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"Mono Jojoy" era diabético e usava sapatos especiais para evitar feridas nos pés

Mono Jojoy, das Farc, foi morto em combate (foto de arquivo 6.abr.2000)

Durante dias o Mono Jojoy, culpado dos mais vergonhosos descalabros da força pública colombiana, de centenas de sequestros e atos sangrentos das Farc, caminhou sem o saber com botas com GPS (localizador de posição geográfica). Eram iguais às especiais que usou nos últimos anos, porque feridas nos pés, produto de uma antiga diabetes, o impediam de usar as comuns da tropa.

Após morte de chefe militar, Farc fala em "oportunidade para paz"

A guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) afirmou na sexta-feira (24) que continua "reivindicando uma oportunidade para paz, não para a rendição", em seu primeiro pronunciamento após a morte de seu chefe militar "Mono Jojoy", assassinado em um bombardeio na quinta-feira.

Nunca deve ter imaginado que seus últimos passos emitiram os sinais que tornaram possível que, em uma massa montanhosa de 127 km de comprimento e 40 de largura - a serra da Macarena -, polícia e exército localizassem seu esconderijo. A inteligência militar conseguiu se infiltrar na rede encarregada de levar os suprimentos à guerrilha e colocar nas botas do chefe militar mais poderoso das Farc esse dispositivo de localização.

Mais de 500 homens e 78 aviões participaram dessa ação "complexa e contundente". Depois do bombardeio - foram lançadas 30 bombas inteligentes, cada uma de 500 libras - cerca de 400 homens, os mais bem treinados do exército e da polícia colombianos, desceram à terra deslizando por cordas desde os helicópteros. Eles fizeram o primeiro reconhecimento do corpo de Jojoy: seu rosto foi destruído; um relógio Rolex e os remédios para diabetes que levava nos bolsos do uniforme camuflado permitiram a identificação prévia, que depois foi confirmada com as impressões digitais. Quinze atacantes ficaram feridos. No lugar, onde na quinta-feira continuavam os combates contra os guerrilheiros que sobreviveram ao ataque, encontraram 20 computadores e 69 memórias USB.

Depois do terceiro bombardeio e das metralhadas do ar, contam alguns soldados, os guerrilheiros tentaram mover seu chefe pela rede de caminhos na intricada geografia de árvores enormes da serra. Jojoy contava com vários anéis de segurança distanciados a cada 30 quilômetros.

Desde o início deste ano, quando se reforçou a ofensiva contra ele, esses anéis foram enfraquecendo. O cadáver de Jojoy chegou a Bogotá na quinta-feira à noite e está sob forte custódia na sede do Departamento de Medicina Legal, junto com o de outros seis guerrilheiros mortos. Tenta-se confirmar se Romaña, aluno preferido de Jojoy, está entre as vítimas. Na quinta-feira, as autoridades haviam confirmado erroneamente sua morte.

"Na operação contribuiu gente das próprias Farc", disse o presidente Juan Manuel Santos, em Nova York, em uma declaração por rádio e televisão transmitida na noite de quinta. O ministro Rivera explicou que foram homens de seu esquema de segurança que o entregaram. Eles receberam parte da recompensa de 5 bilhões de pesos que era oferecida por esse temido chefe guerrilheiro.

Também houve interceptação de comunicações e acompanhamento de mulheres que desciam da serra para La Julia, um povoado que cresceu à sombra dessa formação montanhosa, lugar histórico das Farc. Santos deu a notícia da vitória: "É um triunfo da segurança democrática, fundamental para chegar à prosperidade democrática", afirmou. E com atitude severa falou às Farc: "Vamos buscar o resto, vamos buscar vocês; não pouparemos esforços; sabemos cumprir".

Jojoy, segundo se sabe por uma de suas últimas mensagens enviadas aos quatro companheiros do Secretariado - cúpula da direção das Farc -, temia uma "matada" por parte de seu eterno inimigo, o exército. "Vou usar o rádio somente para receber e transmitir mensagens curtas de agora em diante, para evitar uma 'matada'." Jamais, com certeza, lhe ocorreu suspeitar de suas botas.

Tradutor: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

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